Cristianoide

Cristianoide

Ester

CapĂ­tulo 8

1Naquele mesmo dia o rei Assuero deu Ă  rainha Ester a casa de HamĂŁ, inimigo dos judeus; e Mardoqueu veio diante do rei, porque Ester lhe declarara o que ele era dela.

2E o rei tirou o seu anel que tinha tomado de HamĂŁ, e o deu a Mardoqueu. E Ester pĂŽs a Mardoqueu sobre o comando da casa de HamĂŁ.

3Ester falou novamente diante do rei, e lançou-se a seus pés, chorando e suplicando-lhe que revogasse a maldade de Hamã, agagita, e seu plano que tinha tramado contra os judeus.

4Então o rei apontou para Ester o cetro de ouro; e Ester se levantou, e se pÎs em pé diante do rei.

5E disse: Se for do agrado do rei, e se tenho achado favor diante dele, e se for correto perante o rei, e se eu lhe agrado em seus olhos, escreva-se que sejam revogadas as cartas do plano de HamĂŁ, filho de Hamedata, agagita, que ele escreveu para destruir os judeus que estĂŁo em todas as provĂ­ncias do rei.

6Pois como poderei eu ver o mal que sobrevirå a meu povo? Como poderei eu ver a destruição dos meus parentes?

7EntĂŁo o rei Assuero respondeu Ă  rainha Ester e ao judeu Mardoqueu: Eis que dei a Ester a casa de HamĂŁ, e a ele enforcaram na forca, por ter tentado matar os judeus.

8Escrevei, pois, vĂłs aos judeus como bem vos parecer em nome do rei, e selai o com o anel do rei; porque a escritura que Ă© selada com o anel do rei, nĂŁo pode ser revogada.

9EntĂŁo foram chamados os escrivĂŁes do rei naquele mesmo instante, no terceiro mĂȘs (que Ă© SivĂŁ), ao dia vinte e trĂȘs do mesmo; e escreveu-se conforme tudo quanto Mardoqueu mandou, aos judeus, como tambĂ©m aos sĂĄtrapas, aos governadores, e aos lĂ­deres das provĂ­ncias, que se estendem da Índia atĂ© Cuxe, cento e vinte e sete provĂ­ncias, a cada provĂ­ncia segundo sua escrita, e a cada povo conforme sua lĂ­ngua; como tambĂ©m aos judeus conforme sua escrita, e conforme sua lĂ­ngua.

10E escreveu-se em nome do rei Assuero, e selou-se com o anel do rei; e as cartas foram enviados por meio dos mensageiros por correios a cavalo, que cavalgavam sobre velozes cavalos, os quais pertenciam ao rei.

11Que o rei concedia aos judeus que havia em todas a cidades, que se ajuntassem e se pusessem em defesa de suas vidas, para destruírem, matarem e exterminarem todas as tropas de povo e província que viesse contra eles, até a crianças como a mulheres, e os despojassem de seus bens;

12Em um mesmo dia, em todas as provĂ­ncias do rei Assuero, no dia treze do dĂ©cimo segundo mĂȘs, que Ă© o mĂȘs de Adar.

13A cĂłpia da carta dada como decreto em todas as provĂ­ncias foi anunciada publicamente a todos os povo, para que os judeus estivessem preparados para aquele dia, para se vingarem de seus inimigos.

14Os mensageiros, sobre cavalos velozes, saíram apressadamente, impelidos pela ordem do rei; e o decreto também foi publicado na fortaleza de Susã.

15EntĂŁo Mardoqueu saiu de diante do rei com vestido real de azul celeste e branco, como tambĂ©m com uma grande coroa de ouro, e um manto de linho e pĂșrpura; e a cidade de SusĂŁ jubilou e se alegrou.

16E para os judeus houve luz, alegria, jĂșbilo, e honra.

17TambĂ©m em cada provĂ­ncia e em cada cidade aonde chegava a palavra do rei e seu decreto, havia entre os judeus alegria e jĂșbilo, banquetes e dia de prazer. E muitos dos povos da terra se tornaram como judeus, porque o temor aos judeus havia caĂ­do sobre eles.

Compartilhar

Buscar novamente

Diseñado por almacendewebs